quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Brasileiros pagam mais por energia poluente


Diante do baixo nível dos reservatórios das hidrelétricas do país, as termelétricas têm sido a tábua de salvação do governo para evitar um novo apagão no país. Mas a conta para acionar emergencialmente essas usinas é salgada: superam os R$ 500 por MWh, valor muito superior aos R$300/MWh da geração fotovoltaica ou R$100/MWh da eólica. Trocando em miúdos, os brasileiros vão pagar muito mais caro para gerar uma energia fóssil e poluente.

“Em tese, cada real gasto para operar as usinas térmicas poderia nos fornecer 60% a mais de energia solar ou cinco vezes mais em energia eólica”, calcula Ricardo Baitelo, coordenador da campanha de Clima e Energia do Greenpeace Brasil.
A despesa das termelétricas vem do uso adicional de combustíveis fósseis – óleo combustível, diesel e gás natural – e gera muito mais impactos ambientais, com elevadas emissões de gases estufa e uso intensivo de água.
De outubro a janeiro, o custo das térmicas já chega a R$ 1,6 bilhão – prejuízo que será repassado ao bolso dos consumidores. Caso esse mesmo montante tivesse sido utilizado na construção de parques eólicos, 450 MW de energia limpa e renovável teriam sido acrescentados na matriz elétrica do país, suficiente para abastecer uma cidade de 1 milhão de habitantes.
O mesmo investimento teria permitido instalar 300 MW em sistemas solares, outra forma renovável de energia, abundante o ano inteiro em todo território brasileiro.
“Isso é uma demonstração clara de que a falta de uma política mais ousada para desenvolver o setor de renováveis no Brasil já extrapolou a questão ambiental para se tornar uma questão estratégica para o país.”
“O Brasil deu passos importantes para disseminar o uso de renováveis, a exemplo da aprovação recente da microgeração. Porém, a medida ainda não veio acompanhada de uma política de subsídios para a indústria de painéis fotovoltaicos ou de financiamentos para a instalação de sistemas domésticos. Sem isso, perdemos a oportunidade de estimular o mercado, gerar empregos verdes e qualificados, e garantir um desenvolvimento mais sustentável.”
Fonte: Greenpeace Brasil

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

domingo, 13 de janeiro de 2013

Segurança Química - Diamante de Hommel

Informações para o preenchimento do Diamante de Hommel (ou Diamante do Perigo) 

Os números necessários para o preenchimento do Diamante de Hommel variam de 1 a 4 conforme os riscos apresentados pela substância química perigosa, podendo também constar no diagrama os riscos específicos dessa substância:


Riscos à Saúde
4 – Substância Letal
3 - Substância Severamente Perigosa
2 - Substância Moderadamente Perigosa
1 - Substância Levemente Perigosa
0 - Substância Não Perigosa ou de Risco Mínimo 


Riscos Específicos 
OXY – Oxidante Forte
ACID – Ácido Forte
ALK - Alcalino (Base) Forte
COR - Corrosivo
W - Não misture com água

Inflamabilidade
4 - Gases inflamáveis, líquidos muito voláteis (Ponto de Fulgor abaixo de 23ºC)
3 - Substâncias que entram em ignição a temperatura ambiente (Ponto de Fulgor abaixo de 38ºC)
2 - Substâncias que entram em ignição quando aquecidas moderadamente (Ponto de Fulgor abaixo de 93ºC)
1 - Substâncias que precisam ser aquecidas para entrar em ignição (Ponto de Fulgor acima de 93ºC)
0 - Substâncias que não queimam 


Reatividade 
4 - Pode explodir
3 - Pode explodir com choque mecânico ou calor
2 - Reação química violenta
1 - Instável se aquecido
0 - Estável



Os números necessários para o preenchimento do Diamante de Hommel encontram-se disponíveis para consulta no endereço: www.qca.ibilce.unesp.br/prevencao/classificacaonfpa.pdf
ou qualquer outro site ou livro que contenha fichas FISPQ (Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico), também chamadas de fichas MSDS (Material Safety Data Sheet). 

Exemplo de preenchimento 
Em um frasco de Acetonitrila (Azul=2, Vermelho=3 e Amarelo=0), constata-se através desses números que a substância mais perigosa delas é a Acetonitrila e os números com os quais deve ser preenchido o Diamante são os referentes a essa, mesmo que esteja presente em menor quantidade no frasco. Como a Acetonitrilanão possui riscos específicos, o Diamante deve ficar da seguinte forma:


quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

CFQ define atribuições do TST na área da Química

Brasília/DF - O Conselho Federal de Química publicou no Diário Oficial da União de 26 de dezembro de 2012 a Resolução Normativa n° 248, de 20 de dezembro, que define as atribuições profissionais do Técnico em Segurança do Trabalho na área da Química.

De acordo com o texto, são atribuições dos TSTs, na área da Química registrados em CRQs, as atividades de levantar dados técnicos relativos às áreas insalubres e de periculosidade, enviando relatórios consubstanciados para as providências cabíveis em cada caso; sugerir aos seus superiores as medidas de segurança que entenderem necessárias para a neutralização dos riscos decorrentes; e participar da execução dos planos de combate a incêndios e do sistema de ventilação em ambiente de trabalho, e das políticas de prevenção na área da Segurança do Trabalho, orientando os trabalhadores quanto aos riscos químicos de modo a evitar as doenças profissionais.

Fonte: Redação Revista Proteção

Como funciona o SAMU

A resolução do governo de São Paulo que proibiu a polícia de socorrer feridos em ações criminosas terá um impacto direto na carga de trabalho das equipes de paramédicos. Na maior cidade do Brasil, o repórter Cesar Galvão mostra como funciona o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, o Samu. Clique aqui

Fonte: Jornal Nacional

sábado, 5 de janeiro de 2013

Plantando uma árvore

É possível saber quantas árvores um cidadão deve plantar anualmente para compensar suas emissões de CO² na atmosfera.

O site "iniciativa verde" tem uma especie de calculadora onde pode verificar o número de árvores que você deveria plantar no ano. Clique no link abaixo e confira.